Segurança Eletrônica: Mercado em expansão nas ruas e empresas

Enviado por: mpperesem 25/03/2011 949 leituras
Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), entre 2000 e 2009, o setor cresceu 13% ao ano, em média.





E o segmento mais promissor é o de câmeras eletrônicas – principalmente na área corporativa e na pública, a começar pelas prefeituras –, conforme o presidente da Abese, Carlos Alberto Progianti.Levantamento da entidade mos­tra que hoje há cerca de 650 mil imóveis monitorados por sistemas eletrônicos de alarmes no país. Em 2009, o setor movimentou US$ 1,5 bilhão, com um crescimento de 7% em comparação ao ano anterior.Controle, invasão de privacidade ou segurança, a gravação de cenas cotidianas nas ruas pode desvendar enredos que jamais seriam traduzidos com tantos detalhes de outra forma.
 
Em outubro de 2009, imagens captadas por equipamentos fixados em prédios e agências bancárias do Rio de Janeiro mostraram o assalto que culminou com a morte do coordenador de projetos sociais do grupo AfroReggae, Evandro João Silva. As cenas também revelaram que policiais militares não socorreram a vítima e liberaram um dos criminosos.
 
Especialista em Direito Digital, a advogada Gisele Truzzi diz que a adoção das câmeras precisa ser respaldada por uma lei ordinária, que autoriza o uso dos equipamentos, e uma municipal, por meio da qual são estabelecidas as regras de instalação. Cada município deve criar a própria legislação para regular o sistema. No entanto, sabe-se que as câmeras não devem ser colocadas no interior de banheiros e refeitórios. Em ambientes corporativos, as imagens não devem focar diretamente as pessoas.
 
Na avaliação de Gisele, a intalação de câmeras na área urbana ou nas empresas não é invasão de privacidade quando a lei é respeitada. “No caso de empresas, por exemplo, é preciso deixar os funcionários cientes que o monitoramento ocorre.”Apesar de pouco respeitada, a mesma regra vale para os locais com grande circulação de pessoas. Nas vias públicas, segundo a advogada, os avisos podem ser fixados nos postes de iluminação ou de instalação das câmeras ou em praças, bases da polícia ou imóveis públicos, em altura que permita visuali­za­ção fácil por quem passa pelo local. 
 
 
 
Origem: Jornal Gazeta do Povo/PR
 
Engº Marcelo Peres
Editor do Guia do CFTV

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