NVT: soluções híbridas preparam um futuro IP  CFTV  Eng° Marcelo Peres  14-Jul-2010 16:00  0  4745 leituras

Distribuidor autorizado preferencial da norte-americana NetworkVideo Technologies (NVT) desde 2006, o Grupo Policom® responde por 60% do total faturado pela empresa no mercado brasileiro, destacando-se entre osparceiros da NVT, que é líder mundial em transmissão de vídeo em cabo UTP e de energia para câmeras.


Nesta entrevista exclusiva, Antonio Pérez, gerente assistente de vendas para a América Latina da NVT, fala sobre a parceria e os planos da empresa.

Quantos distribuidores a NVT tem no Brasil? Do total dos distribuidores no Brasil, quantos estão na mesma condição do Grupo Policom de distribuidor autorizado preferencial? 

Atualmente, a NVT conta com três distribuidores sediados no Brasil, mas só o Grupo Policom é distribuidor autorizado preferencial. Pelo volume de estoque mantido localmente, o Grupo Policom é o único distribuidor no Brasil que mantém um nível de preços diferenciado.

Qual percentual do faturamento da NVT é gerado pelo mercado brasileiro? Qual a participação do Grupo Policom?

Cercade 10% do faturamento da NVT tem origem no mercado brasileiro. Desse total, o Grupo Policom responde por aproximadamente 60%, comprovando e justificando a condição especial de nosso relacionamento técnico-comercial.

 

Quais produtos têm mais aceitação no mercado brasileiro? Por quê?

O Brasil, tradicionalmente, é mais acessível a um grupo de produtos direcionados unidamente à transmissão de vídeo. Mais recentemente, no entanto, registramos crescimento do interesse por uma gama de PVD (Power Video Data), que permite utilizar o cabeamento estruturado em UTP como meio de transmissão de sistemas de vídeo, alimentação elétrica e telemetria.

 

Quais as principais características positivas do mercado brasileiro?

Omercado brasileiro é grande em termos de território e população, com economia crescente, robusta e em vias de modernização, o que torna favorável a aceitação de novas soluções tecnológicas.

 

Quaisas principais características negativas do mercado brasileiro? O que é feito para reverter essa situação?

Porum lado, temos os altos custos de importação que encarecem o produto. Isso se casa à invasão do mercado por produtos similares aos nossos, mas de baixa qualidade e com custo muito inferior, criando uma defasagem muito grande entre nossos produtos e os outros, tanto em qualidade quanto em preço. Para reduzir a defasagem de preço – uma vez que excelência em qualidade é uma meta da NVT – buscamos praticar níveis de preço adequados às características da região e constantemente informamos os usuários das diferenças de qualidade entre os produtos.

 

Qual a expectativa para este ano para o mercado brasileiro, em termos de vendas?

Nossa previsão específica para o mercado brasileiro é de crescimento do faturamento ao redor de 10%.

 

Comofica a parceria da NVT com a Pelco após a aquisição pela Schneider Electric?

Mais que a aquisição da NVT pela Schneider Electric, devemos considerar as consequências da incorporação da Crockett International pela Pelco, levando ao desaparecimento da figura da Crockett como representante de nossa fábrica. Nesse sentido, existe um acordo tácito de colaboração. Assim, a Pelco, como fabricante de produtos de alta qualidade em CFTV, continua recomendando os produtos da NVT, que tem um compromisso similar com a qualidade, de modo a complementar as soluções Pelco sem comprometer o resultado final.

 

Como vê o futuro da relação com o Grupo Policom?

As perspectivas para o futuro são ótimas.  O Grupo Policom segue sendo o principal parceiro de negócios da NVT no Brasil. Seu posicionamento na indústria como provedor de produtos de primeira linha para cabeamento estruturado torna-o um aliado ideal.

 

Quais as tendências da tecnologia da NVT?

Emprimeiro lugar, vamos prosseguir potencializando nossa imagem como líder no mercado de transmissão de vídeo por cabo UTP, oferecendo soluções híbridas cada vez mais completas. Além disso, continuaremos investindo em pesquisa e desenvolvimento com a meta de adequar nossas soluções a um mercado que tende a cada vez mais utilizar soluções IP.

 

Como a NVT vê o futuro do CFTV?

O futuro, a longo prazo, é digital. A curto e médio prazos, todavia, permanece predominantemente analógico. Por isso, o mercado é favorável a soluções híbridas como as propostas pela NVT, que oferece o melhor dos dois mundos e supre a forma ideal de migração para o futuro IP.

Origem:

Katia Penteado 

 

Vetor Comunicação

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Marcelo Peres

Editor do Guia do CFTV

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