Redes e TCP-IP  Tecnologias em Geral  Eng° Marcelo Peres  16-Oct-2014 21:30  0  4811 leituras

Resumo sobre Redes Digitais

Introdução ao TCP/IP

O TCP/IP é um conjunto de protocolos usados pela Internet assim como pela maioria das Redes Locais (LANs - Local Area Networks) através do mundo inteiro. No TCP/IP, cada host (computador ou outro dispositivo de comunicação) é conectado a rede deve possuir um endereço IP único, que é o endereço de identificação lógica do dispositivo na rede. Um endereço IP é composto de 4 octetos (números dentro de uma faixa entre 0 e 255) separados por pontos decimais. O endereço IP é usado como identificação única de um host ou computador em uma rede local ou mesmo na internet. Por examplo, um computador com o nome de host Workstation poderia ter um endereço IP como 192.168.0.127.

Devemos evitar fornecer o mesmo endereço IP para dois ou mais computadores na mesma rede privada local, isto é feito utilizando endereços dentro de faixas de endereçamento pré-definidas. Dentro destas faixas, uma das mais utilizadas começa pelos octetos 192.168. Os três primeitos octetos de um endereço IP deve ser o mesmo para todos os computadores dentro de uma rede local. Por exemplo, se tivermos um total de 253 computadores em uma rede local, os endereços IP poderiam ser designados na faixa de 192.168.1.x, onde x representa um número dentro da faixa de 2 a 254.

Máscara de Subrede

Cada host em uma rede local possui uma máscara de subrede. A máscara de subrede é um conjunto de 4 octetos que usam o número 255 para a porção do endereço IP e zero para identificar a porção do host do endereço. Por exemplo, a máscara de subrede 255.255.255.0 é utilizada por cada host para determinar a qual LAN ou classe o host pertence. O zero no final da máscara de subrede representa um host único dentro de uma rede local LAN.

Endereço de Gateway

Cada host em uma rede local deve possuir um gateway. Um endereço de gateway é composto como sendo um endereço IP para fins específicos dentro de uma rede, sendo utilizado como meio de envio de pacotes para redes externas, ou seja todas as comunicações externas partirão a partir do envio dos pacotes ao gateway.

Portas de Comunicação

As portas de comunicação ou portas virtuais representam um canal de comunicação utilizado para determinado serviço ou protocolo para efetuar a conexão entre cliente e servidor. Os Números de Ports permitem que diferentes aplicativos ou serviços sejam utilizados no mesmo computador e ainda utilizem os mesmos recursos de rede sem interferirem uns nos outros. Os números de portas normalmente estão presentes na programação e desenvolvimento, particularmente na programação de endereçamento. Mas em aplicações de CFTV é muito comum a necessidade de configuração ou especificação do número das portas utilizadas para efetuar uma conexão remota, e muitas vezes local também. Além disso na programação do direcionamento de portas é essencialmente importante conhecer as portas utilizadas por determinado equipamento ou aplicativo para poder fazer o direcionamento correto no roteador. Em aplicações normais como navegação na internet os números de porta normalmente são transparentes aos usuários. As páginas Web normais utilizam a porta 80 por padrão que nesse caso pode ser omitida, mas o mesmo website poderia utilizar outra porta alternativa para a conexão, como por exemplo:

guiadocftv.com.br:8080

guiadocftv.no-ip.info:22

200.175.72.19:3550

192.168.0.001:5900

Neste exemplo seria necessário especificar a porta 8080 juntamente com o endereço do Site no browser para estabelecer a conexão com o servidor Web. O protocolo TCP/IP permite, teoricamente, a utilização de 65536 portas. Os aplicativos e serviços de redes mais comuns utilizam portas com números baixos (como 80 para HTTP, 21 para FTP). A informação das portas é essencialmetne importante em sistemas de CFTV, pois se as mesmas não estiverem abertas no servidor, ou ainda se o direcionamento de portas externas no roteador não for feito corretamente será impossível estabelecer uma conexão. É importante consultar o manual do equipamento de CFTV, verificar quais portas são utilizadas, verificar se o software cliente ou browser pode utilizar estas portas, fazer o devido direcionamento do roteador, para poder ter o acesso completo.

O problema no direcionamento de portas é um dos mais comuns na configuração de dispositivos de CFTV digital para acesso remoto.

Observação: O termo porta muitas vezes pode estar relacionado a vários aspectos na tecnologia de CFTV e Informática. Podendo referir-se a uma porta física de comunicação, como USB, PS-2, RS-485, RS-232, serial, paralela, firewire, etc, assim como pode se referir a certos pontos de conexão Ethernet com plugs RJ-45, como nas placas de rede, em Hubs, Switchs, ou roteadores. Mas também pode ser uma porta virtual, onde o protocolo endereça os pacotes de acordo com o tipo de conexão e destino.

Se você encontrar algum erro na lista por favor envie um comentário ou e-mail que faremos a correção o mais breve possível.

Autor:

Engº Marcelo Marcelo Peres (mpperes@guiadocftv.com.br)
Currículo: http://lattes.cnpq.br/0494967819852143
CREA RS92033 - 220417740-7
Guia do CFTV

  1. Redes e TCP-IP

Neste capítulo veremos um resumo das principais características e configurações necessárias para conectar com um equipamento de rede. Veremos aplicações para DVRs, Placas de Captura, Câmeras IP e Web Servers. Antes de verificar as configurações do sistema de CFTV digital iremos recapitular os conceitos básicos de redes, do que é uma rede e como ela opera.

Introdução ao TCP/IP

O TCP/IP é um conjunto de protocolos usados pela Internet assim como pela maioria das Redes Locais (LANs - Local Area Networks) através do mundo inteiro. No TCP/IP, cada host (computador ou outro dispositivo de comunicação) é conectado a rede deve possuir um endereço IP único, que é o endereço de identificação lógica do dispositivo na rede. Um endereço IP é composto de 4 octetos (números dentro de uma faixa entre 0 e 255) separados por pontos decimais. O endereço IP é usado como identificação única de um host ou computador em uma rede local ou mesmo na internet. Por examplo, um computador com o nome de host Workstation poderia ter um endereço IP como 192.168.0.127.

Devemos evitar fornecer o mesmo endereço IP para dois ou mais computadores na mesma rede privada local, isto é feito utilizando endereços dentro de faixas de endereçamento pré-definidas. Dentro destas faixas, uma das mais utilizadas começa pelos octetos 192.168. Os três primeitos octetos de um endereço IP deve ser o mesmo para todos os computadores dentro de uma rede local. Por exemplo, se tivermos um total de 253 computadores em uma rede local, os endereços IP poderiam ser designados na faixa de 192.168.1.x, onde x representa um número dentro da faixa de 2 a 254.

Máscara de Subrede

Cada host em uma rede local possui uma máscara de subrede. A máscara de subrede é um conjunto de 4 octetos que usam o número 255 para a porção do endereço IP e zero para identificar a porção do host do endereço. Por exemplo, a máscara de subrede 255.255.255.0 é utilizada por cada host para determinar a qual LAN ou classe o host pertence. O zero no final da máscara de subrede representa um host único dentro de uma rede local LAN.

Endereço de Gateway

Cada host em uma rede local deve possuir um gateway. Um endereço de gateway é composto como sendo um endereço IP para fins específicos dentro de uma rede, sendo utilizado como meio de envio de pacotes para redes externas, ou seja todas as comunicações externas partirão a partir do envio dos pacotes ao gateway.

Portas de Comunicação

As portas de comunicação ou portas virtuais representam um canal de comunicação utilizado para determinado serviço ou protocolo para efetuar a conexão entre cliente e servidor. Os Números de Ports permitem que diferentes aplicativos ou serviços sejam utilizados no mesmo computador e ainda utilizem os mesmos recursos de rede sem interferirem uns nos outros. Os números de portas normalmente estão presentes na programação e desenvolvimento, particularmente na programação de endereçamento. Mas em aplicações de CFTV é muito comum a necessidade de configuração ou especificação do número das portas utilizadas para efetuar uma conexão remota, e muitas vezes local também. Além disso na programação do direcionamento de portas é essencialmente importante conhecer as portas utilizadas por determinado equipamento ou aplicativo para poder fazer o direcionamento correto no roteador. Em aplicações normais como navegação na internet os números de porta normalmente são transparentes aos usuários. As páginas Web normais utilizam a porta 80 por padrão que nesse caso pode ser omitida, mas o mesmo website poderia utilizar outra porta alternativa para a conexão, como por exemplo:

guiadocftv.com.br:8080

guiadocftv.no-ip.info:22

200.175.72.19:3550

192.168.0.001:5900

Neste exemplo seria necessário especificar a porta 8080 juntamente com o endereço do Site no browser para estabelecer a conexão com o servidor Web. O protocolo TCP/IP permite, teoricamente, a utilização de 65536 portas. Os aplicativos e serviços de redes mais comuns utilizam portas com números baixos (como 80 para HTTP, 21 para FTP). A informação das portas é essencialmetne importante em sistemas de CFTV, pois se as mesmas não estiverem abertas no servidor, ou ainda se o direcionamento de portas externas no roteador não for feito corretamente será impossível estabelecer uma conexão. É importante consultar o manual do equipamento de CFTV, verificar quais portas são utilizadas, verificar se o software cliente ou browser pode utilizar estas portas, fazer o devido direcionamento do roteador, para poder ter o acesso completo.

O problema no direcionamento de portas é um dos mais comuns na configuração de dispositivos de CFTV digital para acesso remoto.

Observação: O termo porta muitas vezes pode estar relacionado a vários aspectos na tecnologia de CFTV e Informática. Podendo referir-se a uma porta física de comunicação, como USB, PS-2, RS-485, RS-232, serial, paralela, firewire, etc, assim como pode se referir a certos pontos de conexão Ethernet com plugs RJ-45, como nas placas de rede, em Hubs, Switchs, ou roteadores. Mas também pode ser uma porta virtual, onde o protocolo endereça os pacotes de acordo com o tipo de conexão e destino.

Se você encontrar algum erro na lista por favor envie um comentário ou e-mail que faremos a correção o mais breve possível.

Autor:

Engº Marcelo Marcelo Peres (mpperes@guiadocftv.com.br)
Currículo: http://lattes.cnpq.br/0494967819852143
CREA RS92033 - 220417740-7
Guia do CFTV

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