Pra começar, o clássico! PC vem do inglês personal computer – computador pessoal. Belê?

Ele é o termo que desde sua criação carrega toda uma categoria de produtos de uso doméstico e profissional. Praticamente qualquer conjunto de monitor, mouse, teclado e torre vendido ao público com um sistema operacional podia ser chamado de PC.

A grande maioria dos PCs vinha com Windows, da Microsoft, mas até mesmo os Macs da Apple são – tecnicamente – “PCs”, mesmo que a empresa sempre tenha feito questão de diferenciar seu sistema operacional e design nos anúncios.

Com a evolução tecnológica, e principalmente do marketing desses dispositivos, a nomenclatura evoluiu para que as especificações, principalmente com relação ao desempenhoportabilidade e a marca do aparelho fossem contidas logo de cara para o consumidor. Mas são tantos nomes e mudanças que às vezes pode ficar um pouco confuso.

Hoje em dia PC se refere em sua maior parte a computadores de mesa – os desktops. Alguns modelos são vendidos sem monitor e sem os periféricos. Do outro lado do espectro estão os notebooks e laptops, que apesar de palavras bem diferentes, significam a mesma coisa: computadores para carregar por aí tomando notas (notes) ou colocar no colo (lap), ou seja, móveis.

Já os ultrabooks são uma categoria de notebooks criada para competir com os Macbooks da Apple, principalmente o Air – modelo mais fino, mas bastante poderoso da empresa. Esses laptops costumam também ter menor espessura, com design mais refinado e muitas vezes mais leves. Ideal para quem precisa carregar um pra cima e pra baixo, sem pesar na mochila.

Outros dois termos bastante populares são:

All in one são computadores de mesa onde monitor e torre ficam no mesmo componente, traduzindo perfeitamente o significado do termo em inglês que é “tudo em um”.

PC gamer pode ser notebook ou desktop. São dispositivos com alta capacidade de processamento, sendo perfeitos para quem curte jogar com teclado, mouse e altíssima resolução.

SD, HD, Full HD, 4k e outros mistérios na resolução das TVs

SD significa standard definition – qualidade padrão em inglês. São modelos antigos de TV e são raras as lojas que ainda os vendem. Não valem o investimento.HD: high definition – alta definição. São aparelhos com resolução até 1280 x 720 pixels. Cada vez mais escassos, muitos dos conteúdos produzidos hoje possuem resoluções maiores do que esses equipamentos conseguem reproduzir.

Full HD: alta definição completa, full high definition. Esses tipos possuem 1920 x 1080 pixels de resolução e são o modelo mínimo para se comprar hoje em dia, pois reproduzem com fidelidade filmes em Blu-ray e a grande maioria dos conteúdos de streaming, como as séries e filmes do Amazon Prime.

4K ou Ultra HD: essa tecnologia é quatro vezes superior ao full HD em termos de qualidade de imagem. A grande maioria das promoções no fim de ano e os lançamentos de TVs hoje em dia tem essa capacidade. Fique de olho em ofertas e compare: a diferença de preço entre full HD e UHD (4k) pesa no lado da última, já que daqui pra frente mais e mais conteúdos serão de altíssima resolução, além de jogos e os videogames mais recentes já terem essas capacidades.

mAH, cargas e horas de autonomia em baterias

A pergunta “Mas, e qual o melhor?” pode depender muito do gosto do cliente, não é mesmo? Marca, modelo e capacidades de um eletrônico variam muito, principalmente nos portáteis. Mas, há um elemento comum a todos eles que é importante observar: a autonomia da bateria.

Das pilhas recarregáveis, passando por power banks e smartphones, a unidade de medida que você precisa ficar craque é a mAh – miliampere-hora. Quanto maior esse valor, maior será a carga disponível, proporcionando mais tempo de autonomia para o aparelho sem precisar de recarregar.

Origem: Techtudo

Marcelo Peres

mpperes@guiadocftv.com.br

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