Suspeito tentou entrar no circuito Dodô, mas foi reconhecido pelas câmeras

Marcos Vinicius de Jesus Neri, 19 anos, foi preso na noite desta terça-feira (5) depois de ser identificado em uma das câmeras de reconhecimento facial da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA). Ele estava com um mandado de prisão em aberto e era procurado pela polícia por suspeita de homicídio.

Vestido com a fantasia do bloco As Muquiranas e maquiado, ele estava passando por um dos portais de abordagens no circuito Dodô (Barra/ Ondina), quando foi reconhecido pelo sistema e preso pelos policiais militares que faziam a revista. Essa foi a primeira prisão registrada em Salvador através desse sistema, instalado em 42 portais nos circuitos Dodô (Barra), Osmar (Campo Grande) e Batatinha (Pelourinho),. 

Marcos Vinicius é natural de Lauro de Freitas, Região Metropolitana de Salvador, e estava sendo procurado desde julho de 2018. 

Essa foi a primeira vez que o programa de reconhecimento facial foi usado no Carnaval de Salvador – antes, havia sido testado no Festival Virada Salvador.

Na prática, as câmeras cruzam os rostos que passam diante das lentes com o banco de dados dos procurados e foragidos do estado. Quando acontece uma confirmação, como no caso de Marcos Vinicius, o sistema alerta à polícia, que realiza a prisão.

“São mais de 400 câmeras, em algumas delas começaremos a testar o reconhecimento facial nos portais de abordagens. Foi um avanço muito grande desde 2016, reduzindo drasticamente a violência no circuito. Vamos ter uma reposta melhor e um atendimento melhor à população e aos turistas”, declarou o secretário da Segurança Pública (SSP), Maurício Barbosa, durante o lançamento da operação da pasta para o Carnaval no final de fevereiro.

“Funcionará da seguinte forma: através de um software, as câmeras vão captar os pontos dos rostos e comparar na hora com o nosso banco de dados”, declarou o coronel Marcos Oliveira, superintendente de Gestão e Tecnologia Organizacional (SGTO) da SSP. O comparativo será com 1.200 fotos dos bandidos mais procurados do Estado, armazenadas no Centro Integrado Comando e Controle (CICC), onde cerca de 30 instituições estaduais, federais e municipais realizarão o trabalho integrado. 

“Além dos bandidos mais procurados, constarão no nosso banco de dados pessoas que já tiveram passagem na polícia, que respondem processos, que cometeram qualquer tipo de infração. A medida quando os dados cruzados derem positivo, policiais civis e militares de prontidão atuarão de imediato”, explicou Oliveira.

Origem: Correio 24horas

Marcelo Peres

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