Metrô Rio instala fibra óptica da Dätwyler

O anel de fibra óptica da linha 1 do Metrô do Rio de Janeiro, que atende a rede gigabit corporativa, foi construído com cabos ópticos da Dätwyler, fornecidos pelo Grupo Policom. A obra foi finalizada em julho de 2009.

“Os cabos foram lançados em bandejamento e, no futuro, além da rede corporativa devem atender outros sistemas, como CFTV, Telefonia e THF (Comunicação dos trens)”, prevê Alberto Jorge Gouveia da Silva, engenheiro de telecomunicações, encarregado geral de manutenção do sistema de telecomunicações.

Os cabos utilizados na Linha 1, que vai de Sáens Peña (Tijuca) a Cantagalo (Copacabana), são monomodo, do tipo loose tube anti-roedor dielétrico, fabricados com materiais livres de metais pesados como chumbo, cádmio, mercúrio, cromo (VI) e os materiais retardantes a chama PBB-Bromobifelinas e PBDE Éteres de Bromobifenilas, cobertos pela diretiva de ROHS (certificação) e obedecendo a normas ambientais.

Entre suas características, destacam-se o fato de ser um cabo óptico externo, robusto, não-metálico e com múltiplos tubos para até 60 fibras. Com construção otimizada para uso em dutos termoplásticos e em rotas de cabos protegidas, com baixa demanda mecânica, é formado por fibras monomodo ZWP para longas distâncias, conta com proteção mecânica em fibra de vidro e capa externa em Polietileno, facilitando o sopramento em PEAD, se necessário.

O Grupo Dätwyler atua como um fornecedor industrial e distribuidor de componentes técnicos e eletrônicos, e, desde 2007, tem o Grupo Policom como distribuidor autorizado de todos os cabos e componentes das linhas de produtos de cabeamento blindado STP e F/STP e cabeamento óptico.

Além das certificações de qualidade SQS ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001, os produtos Dätwyler comercializados pelo Grupo Policom também possuem certificação ROHS – “Restriction of the use of certain Hazardous Substances in electrical and electronic equipment”, ou seja, no processo de produção destes produtos não são utilizados metais pesados, o que protege o meio ambiente e evita contaminação aos usuários e respectivos descendentes.

Sobre o Metrô RJ

O Metrô do Rio de Janeiro foi inaugurado em março de 1979 e contava com 4,3 quilômetros de trilhos ligando cinco pontos próximos da cidade. Nos primeiros dez dias de operação, seus trens transportaram mais de meio milhão de pessoas, numa média diária de 60 mil clientes.

Naquele primeiro momento do sistema, o Metrô operava com apenas quatro trens de quatro carros que circulavam com intervalos médios de oito minutos entre 9h e 15h, horário que foi esticado até as 23h em dezembro do mesmo ano.

No dia 19 de dezembro de 1997, na Bolsa de Valores do Rio, o Consórcio Opportrans adquiriu o direito de explorar o serviço metroviário durante 20 anos, assumindo, em abril de 1998, o controle do serviço de transporte público metroviário. Inicialmente, a concessionária tinha sob seu controle a administração e a operação do Metrô Rio, ficando as expansões da rede metroviária e aquisição de novos trens a cargo da Rio Trilhos (Governo do Estado).

No final de dezembro de 2007, a concessão foi renovada até 2038 e o Metrô Rio assumiu a responsabilidade pela construção da Conexão Direta Pavuna-Botafogo, que ligará a Linha 2 à Linha 1, acabando com a necessidade de transferência em Estácio, pela compra de 114 carros e construção das Estações Uruguai e Cidade Nova. Os investimentos previstos aumentarão o número de pessoas atendidas diariamente pelo metrô dos atuais 550 mil clientes/dia para 1,1 milhão clientes/dia.

 

Origem: http://www.grupopolicom.com.br/

 

Marcelo Peres

Editor do Guia do CFTV

 

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Eng° Marcelo Peres

Eng° Eletricista Enfase em Eletrônica e TI, Técnico em Eletrônica, Consultor de Tecnologia, Projetista, Supervisor Técnico, Instrutor e Palestrante de Sistemas de Segurança, Segurança, TI, Sem Fio, Usuário Linux.

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