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Vigilância lucrativa

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Mercado de segurança eletrônica fatura R$ 4,2 bilhões e avança 9% no país. Em BH, investimento na busca por proteção supera média nacional.

A violência nas pequenas e grandes cidades abriu as portas para mercado da segurança eletrônica, que, em termos percentuais, tem crescido bem mais que a economia do país. Só no ano passado, o setor movimentou R$ 4,2 bilhões, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), avanço de 9% frente ao ano anterior.

No mesmo período, Belo Horizonte registrou crescimento de 10%, superando a média brasileira, com instalação de 140 mil equipamentos – o equivalente a uma câmera nova para cada grupo de 18 moradores. Para este ano, a expectativa é de que o setor cresça 11% na capital mineira, aumentando a vigilância sobre os belo horizontinos.

Embora o Sudeste represente 40% do mercado consumidor, o presidente do Sindicato das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança de Minas Gerais (Siese-MG), Agnaldo Pereira dos Santos, afirma que a representatividade não pode ser justificada apenas pelas taxas de criminalidade, mas também pela renda per capita da região.

Entre os fatores que também explicam o desempenho do setor, o vice-presidente da Abese, Claudinei Freire Santos, destaca o avanço, mas também o uso das tecnologias pela classe média brasileira e o barateamento dos sistemas. “Alarme e câmera não são mais coisas de gente rica. Todas as classes são afetadas pela violência e os preços estão mais acessíveis”, afirma. “Houve a entrada de muitas empresas nacionais nesse setor, que importam da China, e isso cria um mercado enorme”, acrescenta.

origem: http://www.abese.org.br/noticias2.asp?n=392

Sirlei Madruga de Oliveira

sirlei@guiadocftv.com.br

Editora do Guia do CFTV

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