TI na América Latina deve atingir US$ 293 bi em 2013

O número eleva a região à condição de segundo maior mercado emergente em TI nos próximos quatro anos, atrás apenas da Ásia.

Os gastos com Tecnologia da Informação na América Latina devem aumentar e atingir a marca de US$ 293 bilhões até 2013, conforme cálculo da Gartner, empresa de pesquisa sobre tecnologia. O número eleva a região à condição de segundo maior mercado emergente em TI nos próximos quatro anos, atrás apenas da Ásia.

Somando as quatro regiões consideradas como mercados emergentes (América Latina, Ásia/Pacífico, Oriente Médio/África e Leste Europeu), a previsão para os gastos até 2013 aponta para, aproximadamente, US$ 1,34 trilhão, valor equivalente a 36,4% do total de gastos com TI em todo o mundo, estimado em US$ 3,67 trilhões.

"Os CIOs da América Latina passarão por processos críticos de decisão que influenciarão e direcionarão os principais segmentos do mercado de TI nos próximos anos", afirma o VP analista emérito do Gartner e chairman da Conferência Futuro da TI, Donald Feinberg.

De acordo com pesquisa realizada com mais de 1500 CIOs em todo o mundo, a prioridade dos diretores de TI na América Latina continua sendo as aplicações de Business Intelligence. Esta é a quinta vez consecutiva que a tecnologia está entre as duas primeiras posições da lista.

"Durante os últimos anos, os interesses dos diretores de TI na América Latina se aproximaram das prioridades dos CIOs no mundo. Hoje, mesmo com algumas diferenças na ordem, os dez temas prioritários são os mesmos nas duas listagens", aponta Feinberg.

As três primeiras tecnologias prioritárias na América Latina são, respectivamente, BI – que inclui análise e mineração de dados (mining) -, aplicações de negócios (ERP, CRM e SCM) e virtualização de servidores e storage. Essa ordem das tecnologias é idêntica às opiniões dos diretores de TI de todo o mundo.

Especialistas apontam que, apesar do interesse das companhias, ainda há falta de expertise em BI na América Latina, levando à procura pelas ofertas de outsourcing dessa tecnologia. “Este cenário, no entanto, deve mudar entre três e cinco anos", explica Feinberg.

Origem: www.gartner.com

 
Marcelo Peres
Editor do Guia do CFTV

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Eng° Eletricista Enfase em Eletrônica e TI, Técnico em Eletrônica, Consultor de Tecnologia, Projetista, Supervisor Técnico, Instrutor e Palestrante de Sistemas de Segurança, Segurança, TI, Sem Fio, Usuário Linux.

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