Monitoramento em vídeo no centro de Curitiba é questionado

Mesmo com um aparato expressivo de monitoramento em vídeo no centro de Curitiba, quem trabalha naquela região, ou precisa circular por lá, reclama que a violência ainda é um problema no local. 
De acordo com a Secretaria Municipal de Defesa Social, o número de ocorrências diminuiu cerca de 60% após o início do funcionamento das 45 câmeras de vigilância na região central, em 2008. Para a população, no entanto, o nível da violência continua crítico. 

O número de câmeras instaladas nos últimos anos dá ao curitibano uma sensação de estar num verdadeiro reality show. Em toda a cidade, são 88 câmeras que monitoram 24 horas as regiões onde o número de ocorrências é mais expressivo.

Outras 36 câmeras foram instaladas pela Urbanização de Curitiba S/A (Urbs) na Rodoferroviária, onde circulam diariamente mais de 30 mil pessoas. Segundo a Secretaria de Defesa Social, a previsão é de que mais 77 câmeras de vigilância sejam instaladas na capital até o final do ano.

Deste total, 50 serão implementadas na região do Sítio Cercado, enquanto que o restante incrementará o aparato de equipamento no centro. Além dos equipamentos da Guarda Municipal de Curitiba, o centro da capital conta ainda com 16 câmeras de segurança, das quais 14 captam imagens num ângulo de 360º.

Os equipamentos foram instalados pelo governo do Estado no Alto do São Francisco e no Largo da Ordem. As 14 câmeras são do modelo Speed DomeCCD Color day/night, que permite a filmagem também à noite.

O equipamento também possibilita a aproximação de um objeto em até 27 vezes. Segundo a Polícia Militar, as imagens são monitoradas 24 horas por dia por policiais militares nas instalações do edifício Belvedere, onde funciona o comando da Patrulha Escolar Comunitária. 

Insegurança

De acordo com o taxista, Romeu Capstrano, os assaltos no centro da capital são frequentes, principalmente após às 23h. Para Capstrano, a existência das câmeras chega a ser questionada nas proximidades do Terminal do Guadalupe, já que parte dos crimes não são evitados.

"Como ninguém vê onde as câmeras estão instaladas, o pessoal começa a ficar com dúvida se elas realmente existem", diz. O porteiro Pedro Alves não questiona a eficácia das câmeras, porém acredita que a falta de segurança há muito tempo faz parte do dia a dia na região central.

O Secretário Municipal de Defesa Social, Marcus Vinícius Michelotto, concorda que, com a implementação de sistemas de vigilância eletrônica, os criminoso tendem a migrar para outras regiões. A Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) não informou o número de ocorrências registradas na região central.
 
 
 
Engº Marcelo Peres
Editor do Guia do CFTV

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Eng° Marcelo Peres

Eng° Eletricista Enfase em Eletrônica e TI, Técnico em Eletrônica, Consultor de Tecnologia, Projetista, Supervisor Técnico, Instrutor e Palestrante de Sistemas de Segurança, Segurança, TI, Sem Fio, Usuário Linux.

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