Imagens auxiliarão a identificar assaltantes

Imagens de câmeras de segurança podem ajudar a polícia a identificar a quadrilha
que, na manhã de segunda-feira, roubou dois malotes de vigilantes de um
carro-forte da Transbank, no estacionamento subterrâneo do supermercado Zaffari
Higienópolis, na zona norte de Porto Alegre. 

A polícia também coletou impressões digitais encontradas na Kombi usada pelo
bando.

A quadrilha roubou mais de R$ 60 mil em um assalto que durou pouco
mais de um minuto. Além da Kombi, os cinco bandidos usaram um Fiesta preto. A
Kombi foi deixada no estacionamento. Ela havia sido furtada no final do mês
passado na Vila Elisabeth, no bairro Sarandi, no norte da cidade.

Entre
as digitais encontradas, uma delas não pertence ao proprietário da Kombi. Os
agentes estão verificando se pode ter sido deixada por algum quadrilheiro
conhecido da polícia. O delegado de Roubos, Juliano Ferreira, não acredita que o
fato de o veículo ter sido furtado na Vila Elizabeth signifique que os
quadrilheiros sejam de lá.

Ferreira supõe que eles sejam de outro local,
possivelmente das imediações do Hospital Cristo Redentor, junto à Avenida Assis
Brasil. Nesta região foi encontrado o Fiesta usado na fuga. Outras pistas que os
agentes da Roubos consideram importantes vieram do exame das imagens feitas
pelas câmeras de vigilância do supermercado. As cenas mostram os bandidos
chegando em dois grupos, desarmando os vigilantes e roubando os malotes. Não há
reação por parte dos vigilantes – um deles ainda é chutado no chão.

– A
maneira como os bandidos carregam as armas mostra que não têm muita intimidade
no manejo do equipamento. Um deles corre colocando o cano da (espingarda
calibre) 12 perto da cabeça do seu companheiro. Apenas um demonstra ter alguma
intimidade com armas. Ele entra no recinto dos caixas eletrônicos usando
técnicas muito semelhantes às ensinadas nas academias policiais – relatou o
delegado.

Polícia traça um perfil do bando por meio das
cenas

Também chama atenção dos policiais o fato de que os
bandidos não usaram armas sofisticadas – o vídeo mostra armas curtas e uma
espingarda –, como é comum nesse tipo de ação. Esse indício, somado a outros
como relatos de informantes da polícia, levaram o delegado a acreditar que os
quadrilheiros não têm ligações com bandos especializados em assaltos a
carros-fortes e a bancos encarcerados nos presídios gaúchos.

Ontem, os
agentes da Roubos ouviram o testemunho de pessoas que estiveram próximas aos
bandidos, que podem revelar detalhes como sinais na pele, tom de voz e outras
características que podem auxiliar na identificação.

Fonte: zerohora.com

 
Marcelo Peres
Editor do Guia do CFTV

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Eng° Marcelo Peres

Eng° Eletricista Enfase em Eletrônica e TI, Técnico em Eletrônica, Consultor de Tecnologia, Projetista, Supervisor Técnico, Instrutor e Palestrante de Sistemas de Segurança, Segurança, TI, Sem Fio, Usuário Linux.

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