Distribuidora de vinhos investe em CFTV com cabeamento sofisticado

A distribuidora de vinhos e azeites, La Pastina, está garantindo o
funcionamento do seu circuito fechado de TV durante décadas, equipando
todo o seu centro de distribuição com cabeamento mais sofisticado.

O Grupo La Pastina acaba de implementar um novo sistema digital de CFTV em seu centro de distribuição. A rede é formada por mais de 300 pontos em categoria 6 para realização do monitoramento dos 16.000m² do local. Além disso, um sistema corporativo para tráfego de informações e segurança patrimonial foi implantado sobre a tecnologia NVT com uma central única de monitoramento.

O objetivo é gerenciar a movimentação da empresa para diminuir a infra-estrutura de cabeamento do sistema de segurança e aumentar a capacidade de transmissão da informação. Para isso, os cabos coaxiais foram substituídos por cabeamentos UTP, que ocupam menos espaço, já que suportam 4 câmeras de vídeo em cada um, e aumentam a capacidade de distância para troca de dados, de 200m para mais de 2Km.

Para a segurança patrimonial, foram utilizados cerca de 50 equipamentos, entre transmissores passivos, vídeo transmissores e hubs receptores/transmissores. Foram aplicados equipamentos da linha PVD, da Policom, que além de transmitir a imagem pelo mesmo cabo de rede transmite energia suficiente para alimentar, por exemplo, uma câmara móvel sem a necessidade de uma fonte de eletricidade.

O projeto otimizou a qualidade das imagens, uma vez que existem decodificadores ao longo do cabo transmissor, que retém interferências no sinal. Os chamados baluns ampliam a definição de imagem ao reter interferências de radiofrequência ou eletromagnéticas.

Segundo o engenheiro Fábio Magalhães, diretor da Tecnofutura, empresa que implementou o projeto, “a principal vantagem do sistema é o aumento da qualidade do sinal, aliado a compatibilidade eletromagnética, que integra as câmeras do empreendimento, unindo o sistema dos dois prédios distintos entre si”.

Além disso, o cabo UTP aliado aos baluns são capazes de evitar estragos causados pela condução de descargas elétricas de raios. “A tecnologia evita custos com manutenção, uma vez que protege as câmeras contra surtos”, declara Marcos Paulo Barros, supervisor técnico da Policom.

De acordo com Dante Marchione Neto, gerente de Marketing da La Pastina, todo investimento foi realizado com observação na eficiência da instalação e a amortização dos custos ao longo da vida útil das instalações. “Nos cálculos econômicos, a duração de uma instalação desta natureza é avaliada entre 20 e 30 anos, se tiver sido bem projetada, construída e continuamente bem mantida”.

 

Origem: IPNews

 
Marcelo Peres
Editor do Guia do CFTV

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Eng° Marcelo Peres

Eng° Eletricista Enfase em Eletrônica e TI, Técnico em Eletrônica, Consultor de Tecnologia, Projetista, Supervisor Técnico, Instrutor e Palestrante de Sistemas de Segurança, Segurança, TI, Sem Fio, Usuário Linux.

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