Axis olha para o Brasil e quer elevar parcerias em 50%

País passa a controlar negócios na América do Sul; Alianças com desenvolvedores estão no alvo. A América do Sul ganha independência dentro da estratégia da fabricante
sueca de câmeras IP Axis. Até então subordinado à operação espanhola, o
mercado ganha corpo e fica sob a responsabilidade de Alessandra Faria,
que já comanda o escritório brasileiro – agora sede sul-americana – há
um ano.

Desde que abriu a subsidiária nacional, em julho de 2007, a empresa teve sua rede de integradores ativos ampliada de 50, para 65, um número que deve crescer em torno de 50% nos próximos, nas contas de Alessandra. "Quanto mais um mercado se desenvolve, mais parceiros especializados são necessários", reflete a executiva.

Como base para tais argumentos, Alessandra mostra os números projetados pela empresa em 2006 quanto ao mercado brasileiro de segurança geral – incluindo controle de acesso e incêndios. Hoje avaliado em US$ 67 milhões, o setor deve crescer 23%, neste ano, passando a US$ 158 milhões, em 2010, e US$ 221,8 milhões, em 2012.

E para sustentar a demanda progressiva, a vice-presidente global de vendas, Bodil Sonesson, atenta para a necessidade de parcerias na área de software, a fim de atender aos propósitos específicos de cada mercado. Uma brecha de oportunidade para os desenvolvedores brasileiros. Em parcerias nacionais, a Axis conta apenas com 4 empresas, mas enxerga espaço para 10 a 12 aliados na cobertura do mercado sul-americano.

Os especialistas em software se encaixariam nos segmentos mais atraentes para a empresa, atualmente, como varejo, transportes, bancos, educação, indústria e governo.

A Axis está bastante animada em relação ao potencial do mercado brasileiro, uma vez que, em suas contas, 90% das câmeras de vigilância ainda são analógicas. "O boom na procura começa agora e segue até 2011", estima Alessandra, lembrando o ganho de importância da rede nas empresas.

O incipiente bom momento também faz a empresa planejar a fabricação de câmeras no Brasil. "Há planos no médio prazo", restringem as executivas. Hoje, as cerca de 1 milhão de câmeras em rede negociadas pela empresa são manufaturadas na Europa e na Ásia (Tailândia).

Em 2007, a Axis faturou US$ 58,8 milhões, com avanço de 39% sobre 2006. Do total, 41% se originaram nas Américas, 51% na região Emea (Europa, Oriente Médio e África) 2 8% na Ásia.

Origem: http://www.resellerweb.com.br/

 
Marcelo Peres
Editor do Guia do CFTV

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Eng° Marcelo Peres

Eng° Eletricista Enfase em Eletrônica e TI, Técnico em Eletrônica, Consultor de Tecnologia, Projetista, Supervisor Técnico, Instrutor e Palestrante de Sistemas de Segurança, Segurança, TI, Sem Fio, Usuário Linux.

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